Colete de pelo

Eu amo quando rola uma tendencia que eu posso encaixar no meu estilo pessoal, que dê pra usar de um jeito mais rock/grunge, acho que construir uma identidade é super legal mas nem por isso temos que virar a cara pra moda. Nessas eu já tinha uma queda por blusas de "pele" (já sabemos que não é pele de verdade, porque não chamar de pelo?) inclusive tenho um casaco de oncinha que me lembra muito a personagem Nana, e nesse inverno não resisti a tentação dos coletes, que estão em toooodas as lojas!

Visitei todas as lojas mais populares em busca do meu casaco ideal: Os que eu achei na Riachuelo e na Renner tinham um pelo mais aspero, o da Zara era uma fortuna, foi na C&A (que eu geralmente não espero muito) que eu encontrei os casacos perfeitos! Tem com pelinhos suuuper mácios e o preço tava em conta, foi amor a primeira vista ♥


Eu queria muito ser capaz de fazer fotos com looks bem legais também, acho que isso ia trazer um pouco mais de mim pro blog, mas eu não tenho tripé, nem coragem de pedir pra alguém tirar foto pra mim, então isso vai ficar pra um dia que eu tiver um espelho incrível num quarto incrível haha

Créditos: primeira foto | segunda foto (se souberem quem é em alguma das fotos acima, avisem ♥)

Parque da Juventude (ex-Carandiru) e frustração


Na sexta feira passada tive uma pequena viagem da disciplina de paisagismo até São Paulo, e de maneira pouco usual eu estava super ansiosa, feliz por poder me inspirar e tirar fotos! Visitamos dois parques menores (Parque Cidade Toronto e Praça das Corujas), o Parque da Juventude e por último o Vila Lobos, em que ficamos só 10 minutinhos porque já tinha virado noite, mas que eu já fui algumas vezes. Mas vou me limitar aqui a falar só do Parque da Juventude.
O parque foi construído no local da antiga prisão Carandiru, aquela conhecida pela violação dos direitos humanos e pela violência, e hoje abriga alem do parque uma biblioteca e uma ETEC de arte, pela descrição do site do município "um complexo esportivo, cultural e recreativo de 240 mil m², com uma estrutura mais do que completa."

Agora imaginem a minha surpresa quando eu, e mais uns 40 estudantes de arquitetura, estávamos em um lugar PÚBLICO, tido como cultural, e somos individualmente abordados por guardas robustos, com cassetetes, falando grosso que era proibido fotografar com câmera (só com celular)! GENTE!!! Foi a brochada do ano!
O parque em si é lindo, principalmente na parte do bosque, mas outra decepção é que os mirantes, formados por estruturas metálicas no meio das copas das arvores, estavam todos fechados. Algumas meninas disseram ter visto um cara ser roubado por garotos que em seguida pularam o muro (mas os guardas deviam estar ocupados demais com as câmeras afinal).

Em outros países as pessoas cuidam muito bem dos espaços públicos, porque elas entendem que aquilo pertence a elas, o sentimento de pertencimento é algo que discutimos muito no curso, mas parece que estamos fazendo isso errado porque o brutamontes de voz grossa deixou bem claro que não, aquilo não era meu, eu não posso tirar fotos, e falou como se eu estivesse tentando roubar uma lixeira ou algo assim.
De qualquer jeito, apesar de eu não recomendar a visita, a não ser que para um humilde piquenique e fotos para o instgram, ficam aqui algumas fotos desse lugar lindo, mas não tão público assim.




Com exceção as duas últimas fotos todas foram tiradas com o meu celular, um Moto G2, pelo menos foi um grande exercício no quesito de o que faz uma boa foto é o fotografo não a câmera. O que acharam?


Shampoos da LUSH


Eu já falei pra vocês da minha primeira experiencia com a Lush que foi o desodorante Aromaco, em janeiro eu e minha mãe aproveitamos para comprar mais algumas coisinhas (sim, faz tempo!) e desde então eu estou usando os shampoos de lá. Eu comprei o Jumping Juniper (roxo), dividimos o Jason and the Argan Oil (rosa escuro) e ela comprou o Lullaby (rosa claro).

A principio você pode estranhar usar um shampoo sólido, você esfrega um pouquinho na mão, esfrega uma mão na outra pra fazer espuma, e então lava normalmente, eles prometem que dura umas 80 lavagens, me parece que depende muito de qual deles você escolher mas o Juniper vai durar ainda mais! E eu garranto que lava bem! A unica coisa é que não sentimos o cheiro ficar no cabelo, mas deixa eu descrever individualmente.

Para terem uma noção do tamanho, levem em consideração que minha mão é do tamanho da de um homem hahaha
Jumping Juniper ★★★★★
Eu não fui com a intenção de comprar esse, mas foi indicação da vendedora já que meu cabelo andava muito oleoso. Eu senti que os fios ficaram super soltinhos, com uma sensação de limpeza, e que deu uma amenizada legal na oleosidade, então se é seu caso também, aposte!
Dos três é o que faz mais espuma, eu estranhei o cheiro no começo mas agora eu amo, ele tem junípero, lavanda e limão na formula.
Outra coisa boa dele é que parece que por ser mais durinho e fazer bastante espuma ele está durando MUITO, isso que eu passo shampoo duas vezes por banho, faz 5 meses que eu estou com ele e ele não diminuiu quase nada, vai durar o ano inteiro na certa!

Jason and the Argan Oil ★★★☆☆
O cheiro dos produtos com Argan dessa marca são SENSACIONAIS. Sério! Mas se você tem o cabelo oleoso eu não recomendo, no dia seguinte o meu já fica com cara de sujo.
O ponto forte dele é que o cabelo fica muito macio e no meu cabelo ficou ainda mais liso e sem frizz! No da minha mãe que é cacheado, não influenciou nos cachinhos, mas não caiu muito no gosto dela também.
Ele não faz quase nada de espuma, o que é meio chato, mas aparenta também durar bastante.

Lullaby ★★★★☆
Eu testei o Lullaby alguns dias para poder contar para vocês, ele faz menos espuma que o Juniper mas faz, eu achei que limpou bastante o cabelo, fiquei bem feliz com o resultado!
Na formula dele vai leite de aveia, óleo de jojoba, e lavanda, o cheiro é bem gostosinho mas fraquinho, e ele tem propriedades relaxantes, se você tem a pele sensível talvez esse seja mais apropriado.
Minha mãe gostou muito, mas é o que esta acabando mais rápido, imagino que dure pelo menos um 7 meses pra minha mãe.

No geral fiquei bastante feliz com o resultado dos shampoos da LUSH, o meu Juniper esta longe de acabar mas com certeza vou me manter fiel! E estou louca para experimentar o Seanik que dizem que dá mais volume e deixa o cabelo soltinho!

Aruba - Caribe parte 3


Finalmente chegamos a melhor parte! A segunda parada do navio foi Aruba, eu tinha pesquisado muito pra decidir como aproveitar ao máximo as horas na ilha mas pra ser sincera precisava de uns 3 dias lá pra conhecer tudo o que eu queria! O navio para em Oranjestad e um quarteirão na frente do porto já tem o terminal de ônibus, andar de ônibus lá fica baratinho e eles passam com frequência, você pode já se planejar explorando o site da Arubus. Pegamos ônibus para ir para Arashi e depois da Eagle Beach de volta para Oranjestad, na ida de Boca Catalina pra Palm Beach e de lá pra Eagle Beach pegamos vans mas foi baratinho também.


Eu já comecei a fotografar de dentro do onibus mesmo, e deu umas fotos bonitas que nem essa!




Olha a cor do lagarto!

Começamos em Arashi Beach, bem cedinho, que é a praia no extremo norte da ilha, um pouco antes do farol (que estava em reforma). Chegamos lá e tinha só mais umas 3 famílias na praia toda, pudemos largar nossas bolsas em uma dessas coberturas da foto e ir pro mar sem preocupação! Uma coisa importante de se saber sobre Arashi e Boca Catalina é que as praias são em áreas residenciais (de alto padrão) então não tem nenhum comercio pra comprar comida ou água, então é importante levar! Ficamos muito surpresos de como a água era calma, quentinha e cheia de peixinhos! Se você estender os dedos das mãos eles vem mordiscar! 
Da Arashi para a Boca Catalina são 5 minutos a pé, tentamos ir seguindo a praia mas não dá, entre elas encontramos esse lugar lindo mas não passável da foto de baixo, então voltamos e fomos pela rua mais próxima, não tem perigo de se perder.




Por mais que sejam pertinho as duas praias são bem diferentes, a Boca Catalina tem mais pedras então é bom tomar cuidado na hora de pisar, mas deixa umas manchas mais escuras no mar lindas de se ver e a quantidade de peixes é ainda maior! Perfeito pra fazer snorkeling. A água de perto parece até prateada do reflexo dos peixes e quando você entra a maioria mantem uma distancia de meio metro de você, mas se você ficar paradinha eles começam a tocar e fazer cocegas! Também ficamos super animados que tinha pelicanos na praia, que mergulhavam pertinho da gente para pegar os peixes, e gaivotas que ficavam tentando roubar os peixes deles. Essa praia já tinha um pouco mais de gente então revesamos para cuidar das malas em uma cabana, mas no geral é uma praia pequenininha.


Demos uma passadinha em Palm Beach, que é uma das praias mais famosas, porque a Michelle queria conhecer, mas foi a decepção que já esperávamos, a areia cheiona de gente, parecia qualquer praia no brasil, a água era bonita mas não tinha peixinhos igual as outras, e cheio de barraquinhas vendendo coisas pelo olho da cara. Eu e o felipe aproveitamos pra ir em algum estabelecimento na rua em que o ônibus para e ir no banheiro e comprar uma cerveja local a Balashi (que tem uma arvore divi-divi no rótulo). Enfim acho que não vale a pena a parada.


A ultima parada foi em Eagle Beach, o legal e ir ver a arvore mais famosa de Aruba, as divi-divi ficam assim tortas por causa do vento. Aproveitamos para ficam mais um pouquinho no mar antes de voltar para o navio, também não vimos peixinhos mas pelo menos a praia era bem menos cheia. Quando voltamos para Oranjestad só deu tempo de passear um pouco na feirinha do lado do terminal em que vendem umas lembrancinhas até que bonitas.
Gostaria muito de poder voltar lá um dia, ir de novo na Arashi Beach, conhecer a Baby Beach que é no extremo oposto, ou o outro lado da ilha em que não dá para entrar no mar mas tem cactos e pontes naturais lindas.

Outros posts da viagem:
Navio e paradas - Caribe parte 4

A Casa Assombrada


Minha última leitura foi bem diferente do que o de costume, fiquei com uma vontade repentina de um pouquinho de mistério ou até mesmo uma pitada de medo e decidi comprar o livro A Casa Assombrada, do John Boyne.
Eliza Caine tem 21 anos e acaba de perder o pai. Totalmente sozinha e sem dinheiro suficiente para pagar o aluguel ela se depara com o anúncio em busca de uma governanta para se dedicar aos cuidados e à educação das crianças de Gaudlin Hall, uma propriedade no condado de Norfolk – sem, no entanto, mencionar muitos detalhes. Assim, ainda abalada pela morte do pai, Eliza larga o emprego de professora numa escola para meninas e ruma para o interior.
Chegando a Gaudlin Hall, Eliza se surpreende em encontrar apenas duas crianças na casa, sem a presença dos pais, responsáveis ou outros empregados. Sendo evitada pelas demais pessoas do vilarejo Eliza tem grande dificuldade para encontrar explicações e logo se envolve em uma sucessão de eventos assustadores.
 

O livro parece uma homenagem as histórias de fantasmas clássicas do século XIX, citando inclusive o autor Charles Dickens (A Christmas Carol), e se passa por volta de 1860. Eu realmente adorei o livro, era exatamente o que eu procurava mas já vou avisando que não é um livro assustador, então as medrosas como eu podem se jogar!


A Eliza apesar de alguns surtos se mostra uma personagem muito forte e determinada, por mais que as vezes um pouco lerda, outra personagem interessante é a Isabella, uma das crianças da mansão, que me deixava frequentemente curiosa sobre suas intenções. Apesar do começo parado quando os mistérios começam a se revelar tive vontade de engolir o resto do livro, ele realmente me fisgou! E o melhor de tudo é que o final foi perfeito para a obra! Odeio me decepcionar com finais, faz eu broxar com o livro todo!
O único ponto negativo foi que meu livro veio com problemas de acabamento, umas duas páginas vieram grudadas, e a capa que tem um acabamento meio emborrachado super legal veio com um aspecto de sujeira, não sei se a culpa é da editora ou da empresa parceira do submarino, então recomendo a quem for comprar dar preferencia para compra-lo em loja física, para checar se está tudo certinho.

★★★★☆